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Lista completa dos tabletes com a página onde se encontram:

(passam a ser pointers dentro do documento para acesso direto)

Apresentação da edição brasileira (Prof.Anisio Teixeira) (11)

Introdução (15)

Prólogo (17)

A Galáxia de Gutenberg (31)

Rei Lear é perfeita ilustração do processo de despojamento sofrido pelos homens, ao passarem de um mundo de papéis ou funções para um mundo de ocupações ou tarefas (35)

Rei Lear é a primeira manifestação verbal, na história da poesia, da angústia da terceira dimensão (37)

A assimilação e interiorização da tecnologia do alfabeto fonético traslada o homem do mundo mágico da audição para o mundo neutro da visão, (40)

Esquizofrenia pode ser conseqüência inevitável da alfabetização (45)

Será que a interiorização de meios de comunicação, tais como as letras, alterando a relação entre nossos sentidos, revoluciona os processos mentais? (48)

A civilização que traslada o bárbaro ou homem tribal do universo do ouvido para o da vista está agora em dificuldades com o mundo eletrônico (51)

O físico moderno sente-se à vontade com a teoria do campo, de origem em rigor oriental, ou não-ocidental (54)

A nova interdependência eletrônica recria o mundo à imagem de uma aldeia global (58)

A alfabetização afeta a fisiologia bem como a vida psíquica do africano (60)

Porque sociedades não-alfabetizadas não podem “ver” filmes e fotos sem que para isto sejam devidamente treinadas (64)

A platéia africana não pode aceitar nosso papel passivo de consumidores na presença do filme (67)

Quando a tecnologia estende ou prolonga um de nossos sentidos, a cultura sofre uma transposição tão rápida quanto rápido for o processo de interiorização da nova tecnologia (70)

É impossível construir-se uma teoria de mudança cultural sem o conhecimento das mudanças do equilíbrio relacional entre os sentidos resultantes das diversas exteriorizações de nossos sentidos (73)

O confronto no século vinte entre as duas faces de cultura – a alfabética e a eletrônica – empresta à palavra impressa papel crucial em deter o retorno à África Interior (76)

A tendência atual de reforma do alfabeto ou da ortografia é a de acentuar o sentido auditivo mais do que o visual (79)

O alfabeto é um absorvedor e transformador agressivo e militante de culturas, conforme Harold Innis foi o primeiro a mostrar (82)

O herói de Homero transforma-se em um homem dividido, ambivalente, ao assumir um ego individual (83)

O mundo dos gregos demonstra por que as aparências visuais não podem interessar um povo que não tenha antes “interiorizado” a tecnologia alfabética (87)

O ponto de vista dos gregos tanto em arte como em cronologia pouco tem em comum com o nosso, mas assemelha-se muito ao da Idade Média (90)

Os gregos inventaram suas novidades artísticas e científicas depois da interiorização do alfabeto (93)

A continuidade das artes medieval e grega foi assegurada pelo elo entre caelatura ou gravação e iluminura(96)

A crescente importância do visual entre os gregos os desviou da arte primitiva que a idade eletrônica agora reinventa depois de ter interiorizado o campo unificado da simultaneidade elétrica (99)

Uma sociedade nômade não pode ter a experiência do espaço fechado (100)
.
Em muito da arte e do pensamento modernos, primitivismo fez-se o clichê comum e da moda (104)

“A Galáxia de Gutenberg” tem o propósito de mostrar por que a cultura do alfabeto predispõe o homem a dessacralizar seu modo de ser (107)

O método do século vinte é usar não um único porém muitos modelos para a exploração experimental – a técnica do juiz suspenso (109)

A tipografia domina apenas um período (o terço final) da história da leitura e escrita (113)

Até agora cada cultura tem constituído para as sociedades uma fatalidade mecânica: a interiorização automática de suas próprias tecnologias (115)

As técnicas de uniformidade e repetibilidade foram introduzidas em nossa cultura pelos romanos e pela Idade Média (117)

A palavra moderno foi termo de reproche usado pelos humanistas patrísticos contra os escolásticos medievais que desenvolveram a nova lógica e a nova física (120)

Na Antigüidade e na Idade Média ler era necessariamente ler em voz alta (124)

A cultura manuscrita é uma espécie de conversação, mesmo porque o escritor e seu auditório se achavam fisicamente ligados pela forma de recitação que era o modo de publicação dos livros (126)

Manuscrito deu forma às convenções literárias medievais em todos os níveis (129)

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